Arapongas – PR NR-17

Ergonomia em Arapongas para o setor moveleiro

Principal polo moveleiro do Paraná. Um perfil de trabalho que a NR-17 descreve quase item a item.

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O contexto de Arapongas

Arapongas concentra o maior parque moveleiro do estado, com cerca de 180 indústrias do setor. Produção seriada, movimentação de chapas e painéis, montagem, lixamento e acabamento formam um conjunto de situações em que praticamente todos os capítulos da NR-17 se aplicam ao mesmo tempo.

É também um setor com forte presença de micro e pequenas empresas. Isso importa: ME e EPP de graus de risco 1 e 2 não são obrigadas a elaborar a AET, mas continuam obrigadas à avaliação ergonômica preliminar e a todos os demais requisitos da norma.

Avaliação ergonômica em uma indústria moveleira de Arapongas – PR, com movimentação de painéis
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Situações de trabalho típicas na região

  1. Movimentação de chapas e painéis

    Peças grandes e pesadas, com alcance horizontal de pega frequentemente além do limite de 60 cm previsto no item 17.5.2.1 da NR-17.

  2. Montagem e acabamento em pé

    Jornadas prolongadas em pé, sem alternância de postura, com planos de trabalho em altura fixa para operadores de estaturas diferentes.

  3. Lixamento e uso de ferramentas manuais

    Exposição a vibração, força de preensão sustentada e repetitividade de membros superiores.

  4. Ritmo de linha e metas de produção

    Cadência definida pelo processo, com pouca margem de autorregulação. É matéria de organização do trabalho, item 17.4 da NR-17.

  5. Expedição e carregamento

    Empurrar e tracionar cargas, com frequência e distâncias que precisam ser avaliadas conforme o item 17.5.3.

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O que a NR-17 exige em Arapongas, como em qualquer lugar

A norma não muda de cidade para cidade. O que muda é o que a avaliação encontra. Em toda organização com empregados regidos pela CLT, a NR-17 exige a avaliação ergonômica preliminar das situações de trabalho que demandem adaptação às características psicofisiológicas dos trabalhadores, e o registro dessa avaliação.

Quando ocorre uma das quatro situações do item 17.3.2, passa a ser exigida a Análise Ergonômica do Trabalho. Essas situações são: necessidade de aprofundamento, insuficiência das ações adotadas, indicação pelo acompanhamento de saúde, ou causa apontada em análise de acidente ou doença. Para as medidas decorrentes de uma e as recomendações da outra, devem ser previstos planos de ação nos termos do PGR.

Sobre empresas de menor porte

Microempresas e empresas de pequeno porte enquadradas nos graus de risco 1 e 2 estão dispensadas de elaborar a AET, mas devem realizá-la quando o acompanhamento de saúde dos trabalhadores indicar a análise, ou quando a análise de um acidente ou doença apontar causa nas condições de trabalho (itens 17.3.4 e 17.3.4.1).

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Por onde as empresas de Arapongas costumam começar

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Perguntas frequentes

Indústria moveleira precisa de AET?

Depende. A AET é exigida nas quatro situações do item 17.3.2 da NR-17. Em fábricas com postos de exigência física relevante, é comum que a AEP identifique situações que justificam o aprofundamento, mas isso se decide com base na avaliação, não por presunção do setor.

Como avaliar postos com trabalhadores de estaturas muito diferentes?

O item 17.6.1 da NR-17 exige que o conjunto do mobiliário apresente regulagens em um ou mais elementos, de modo a atender às características antropométricas do conjunto dos trabalhadores envolvidos. Onde a regulagem não é viável, entram medidas organizacionais e técnicas alternativas, avaliadas caso a caso.

O atendimento em Arapongas é presencial?

Sim. A observação da atividade em uma linha de produção não se faz à distância. As visitas acontecem na fábrica, durante a produção normal.

Orçamento

Ergonomia para empresas de Arapongas.